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Conselho
Federal de Farmácia é contrário à realização
do exame de proficiência
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O presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo de Souza Santos, disse, no dia 30 de abril, que o Órgão tem uma posição contrária à realização do exame de proficiência para avaliar os conhecimentos técnico-científicos dos farmacêuticos recém-formados na graduação. Souza Santos, entretanto, adiantou que alguma providência deverá ser tomada, para garantir a qualidade dos serviços prestados pelos profissionais à sociedade. "O Conselho tem o dever de proteger a sociedade, assegurando-lhe bons serviços farmacêuticos e evitando possíveis erros profissionais que comprometam sua saúde", informou o presidente do CFF. Para ele, a alternativa mais factível é avaliar os cursos de Farmácia, em vez de testar os farmacêuticos. Para o presidente da Federação Interestadual de Farmacêuticos - Feifar, Danilo Caser, ao fazer essa proposta o CFF demonstra, mais uma vez, seu compromisso com a Categoria Farmacêutica e com a Saúde Pública. "Essa é uma questão complexa, pois envolve muitos interesses. No entanto muitas entidades estão banalizando o exame de proficiência, utilizando argumentos simplistas e tendenciosos, sem o aprofundamento e a seriedade que o assunto exige". Caser citou como exemplo, o exame de proficiência de veterinária que depois de implementado pelo Conselho Federal, foi suspenso por decisão judicial. Com informações
da Feifar Edição |