Destaque:

Francisco Antonio Feijó recebe Medalha Presidente Annibal de Freitas

Capa
- Brasil fica pela 1ª vez entre países de alto IDH

Espaço CNPL
- Médicos do SUS podem parar

- Guia de contribuição sindical 2008

Notícias Oficiais
- Trabalho analisa relatório sobre fundações públicas

- Segurança pode votar plebiscito sobre maioridade penal

- Adiamento de reforma tributária poderá complicar aprovação da CPMF, diz Agripino

Opinião
O Executivo e a Alfabetização Financeira
- Sílvio Celestino

Dica de Livro
Os segredos dos campeões
- Roberto Shinyashiki

 

De 27 de novembro a 03 de dezembro de 2007 – Ano II – Edição 116

Capa

Brasil fica pela 1ª vez entre países de alto IDH

  Alto índice de jovens matriculados na escola foi destaque no relatório
Pela primeira vez em sua história, o Brasil entra no grupo de países classificados na categoria Alto Desenvolvimento Humano. O dado é do Relatório de Desenvolvimento Humano – RDH  2007/2008, lançado na terça-feira, 27, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD.

Os números do relatório são de 2005 e se referem a melhora alcançada por crescimentos específicos. A expectativa de vida passou de 71,5 anos, em 2004, para 71,7, em 2005. A renda per capita experimentou acréscimo de US$ 77, saltando de US$ 8.325 mil para US$ 8.402 mil. Um destaque positivo do Brasil, segundo o documento, é a taxa de matrícula escolar - 87,5% das pessoas com até 22 anos situar-se entre as 36 mais altas do mundo. O relatório mostra que o IDH brasileiro alcançou 0,800 -em uma escala de 0 a 1-, o que é considerado alto.

Apesar disso, a melhoria no desempenho do País ainda não se compara a de outros países da América Latina. Argentina, México e Cuba estão à frente do Brasil no ranking há mais de 20 anos.

Para Kevin Watkins, coordenador do relatório, os programas sociais de transferência de renda no Brasil como Bolsa Família e Bolsa Escola já começaram a reduzir a pobreza extrema e favorecer os mais necessitados: “o Brasil está demonstrando, nos últimos quatro anos, com novas políticas públicas, que pode combinar crescimento e distribuição de renda. Entretanto,muito mais pode ser feito. O bem estar de um país se mede pela condição de seu povo, e não pelo tamanho do PIB ou das exportações.”

Ele frisou, porém, que são necessários muitos avanços, principalmente em relação à distribuição de renda, terra e crédito, e pediu mais eficiência na cobrança de impostos.

________________________
DE LEÓN COMUNICAÇÕES
Redação
Camila Fróis: camila@deleon.com.br
Elizabeth Brandão: elizabeth@deleon.com.br
Rita Martins: rita@deleon.com.br
Jornalista responsável
Lenilde De León: lenilde@deleon.com.br
Tel: 11 5017-4090 / 5017-7604

Proibida reprodução sem prévia autorização — De León Comunicações