
Carlos Alberto S. Azevedo, a presidente da CSI, Sharan Burrow, Francisco Antonio Feijó e Gallo
O Congresso Mundial da CSI – Confederação Sindical Internacional, realizado em Vancouver, Canadá, nos dias 21 a 25 de junho, teve por objetivo consolidar algumas diretrizes da entidade, especialmente as relacionadas com a economia global, igualdade social, direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, livre filiação sindical, além da eleição do conselho executivo. Uma delegação brasileira da CNPL com 12 pessoas, sob o comando do presidente, Francisco Antonio Feijó, participou lado a lado e ativamente do evento, juntamente com a CUT, Força Sindical e UGT, todas as quatro entidades fundadoras da CSI.
Os participantes do evento concluíram após os debates que os problemas econômicos gerados pela crise financeira não se refletirão apenas em países da Europa. Pelo contrário, a preocupação é mundial. “Em nossa economia globalizada, uma redução na demanda de trabalho na Europa implica problemas para os trabalhadores da agricultura de Camarões, para os de hotelaria do Caribe e os das fábricas em Camboja”, afirma um dos relatórios do Congresso.
Bortolotto, Sharan Burrow, Feijó e Gallo
As discussões tenderam a propor soluções, usando como estratégia de ação o sindicalismo e a união de interesses dos países. O objetivo foi um só: igualdade salarial e social.
Além disso, a CNPL conseguiu indicar e foram eleitos para integrar os quadros da CSI a diretora da entidade e arquiteta, Elza Kunze Bastos, e reeleito para o Conselho Fiscal o assessor internacional da CNPL e ex-presidente, Luiz Eduardo Gautério Gallo.
A CSI representa 175 milhões de trabalhadores de 155 países e territórios, e conta com 311 afiliadas nacionais.
Sobre esse tema estaremos divulgando maiores detalhes e fotos nos próximos dias.








