Destaque-se também a participação das centrais sindicais brasileiras, na tarde desta quarta-feira (27) no Fórum do Mundo do Trabalho, atividade organizada por elas e que integra o Fórum Social Mundial de Porto Alegre. Durante dois dias (ontem e hoje) as centrais apresentaram painéis e debateram temas que envolvem crise global, trabalho decente e pacto mundial pelo emprego, visando construírem juntas uma pauta unificada. A mesa de abertura oficial do Fórum do Trabalho foi composta por representantes das principais centrais brasileiras CUT, CGTB, CTB, FS, NCST e UGT.
Lá estiveram também o presidente Francisco Antonio Feijó e o vice-presidente Wilson Wanderlei Vieira, os diretores Carlos Alberto Schmitt Azevedo, Eduardo Bimbi e Danilo Caser. Nesse espaço (Fórum Mundo do Trabalho) foi discutida a questão das práticas antissindicais, que seriam atitudes como campanhas que estimulam a não filiação aos sindicatos, o não pagamento da contribuição sindical, que vêm sendo praticadas pelos conselhos de fiscalização profissional. Na visão da diretoria da CNPL, que participou do evento, o mais importante do debate foi a tentativa de unidade, proposta pelas centrais.
O FSM é um espaço de debate democrático de idéias, aprofundamento da reflexão, formulação de propostas, troca de experiências e articulação de movimentos sociais, redes, ONGs e outras organizações da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de imperialismo. Após o primeiro encontro mundial, realizado em 2001, se configurou como um processo mundial permanente de busca e construção de alternativas às políticas neoliberais. Esta definição está na Carta de Princípios, principal documento do FSM.











