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Palestrante: André Luis dos Santos

Assessor parlamentar do DIAP palestra sobre fontes alternativas de custeio sindical  


Apresentado por José Alberto Rossi, vice-presidente da CNPL, André Luis dos Santos palestrou sobre fontes alternativas de custeio, iniciando sua exposição com uma espécie de retrospectiva histórica do sindicalismo brasileiro. “Nós estamos passando por um período complicado e, antes de falarmos sobre as fontes de custeio – que é um assunto importantíssimo –, precisamos relembrar as fases do movimento sindical: a primeira, de resistência, vivida durante a ditadura militar; a segunda, de reivindicação, onde nossas demandas eram reprimidas; a terceira, de transição, com o dirigente sindical e a própria sociedade começando a compreender o processo negocial dentro do regime democrático; e a atual, quando enfrentamos uma verdadeira crise de identidade”, explica o jornalista e assessor parlamentar do DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, citando como exemplo o MEI – Microempreendedor Individual e a greve dos caminhoneiros que praticamente paralisou o país no mês de maio. “Afinal, o MEI é um empresário ou trabalhador? A paralisação dos caminhoneiros foi uma greve dos trabalhadores, de empresários ou de ambos? Alguém observou se a pauta reivindicava melhoria nas condições de trabalho e melhores salários?”, questiona.

 

Para ilustrar o desenvolvimento do potencial humano, o palestrante apresenta um vídeo para fazer uma analogia entre um grupo de líderes, desafiado para uma determinada tarefa – montar uma bicicleta ao menor tempo possível – e os atores que integram o movimento sindical. “Vamos imaginar que esses líderes sejam os dirigentes sindicais e a bicicleta a legislação trabalhista, que foi completamente desmontada”, compara, emendando que até as empresas estão abandonando aquela “velha” política de competição e adotando o conceito de colaboração, que é “essencial para a vida e o sucesso das organizações” – mensagem final do referido vídeo. “Será que não estamos competindo entre nós mesmos?”, questiona novamente.

Quanto às fontes alternativas de custeio, foco principal da apresentação, André Luis dos Santos destaca que o movimento sindical, como um dos principais pilares do processo democrático, também cumpre uma grandiosa função social. “Não há democracia sem sindicatos fortes e atuantes; e, claramente, as entidades necessitam de recursos para organizar e mobilizar, representar a classe, reivindicar, negociar e lutar por justiça social”, emenda, citando algumas consequências decorrentes da Reforma Trabalhista como a pejotização, o trabalho intermitente, a precarização das relações de trabalho e, em especial, o presumível fim da contribuição sindical. No entanto, há entidades se mobilizando em busca de parcerias com empresas nacionais e internacionais. “Se necessário podemos fazer adaptações estatutárias para buscarmos patrocínio com grupos que promovam programas de responsabilidade social”, receita. 

De acordo com o palestrante existem alternativas de custeio sindical, mas cabe a cada entidade trabalhar no sentido de que as parcerias se concretizem. Assim, os sindicatos terão “fôlego” para manter suas estruturas e o protagonismo social nessa relação de classes que se estabelece dentro do poder capitalista.


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