Trocas de comando ressaltam a desimportância do MTb para o atual Governo

Emissão de Guias

Clique para gerar a guia.Ir

Cursos e Eventos

 

Acesse nosso portal de eventos.ir

Artigos

 

Acessar artigos IR

Clipping

CNPL na mídiaIR

Smaller Default Larger

Trocas de comando ressaltam a desimportância do MTb para o atual Governo

Após o Ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha assumir interinamente, o advogado Caio de Mello toma posse nesta terça-feira (10)



Na última quinta-feira (5), o ex-ministro do trabalho Helton Yomura (PTB) renunciou ao cargo. Como um dos nomes envolvidos na terceira fase da operação da Polícia Federal, Registro Espúrio, e consequente decisão do Supremo Tribunal Federal de afastá-lo, acabou por solicitar a própria saída do cargo.

Contudo, apesar de estar implicado na ação da PF para deflagrar esquemas de corrupção e fraudes no Ministério do Trabalho (MTb) com relação à concessão de registros de sindicatos  mediante pagamento, o Presidente da República Michel Temer agradeceu sua dedicação à frente da pasta. Após a renúncia de Yomura, o Ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi conduzido interinamente, acumulando as duas funções.

“Se observarmos todas as mudanças ocorridas desde a saída do ex-ministro do trabalho Ronaldo Nogueira no final do ano passado, podemos ver o descaso do atual Governo com o Ministério do Trabalho”, analisa o presidente da Confederação Nacional dos Profissionais Liberais Carlos Alberto Schmitt de Azevedo. Para o dirigente, o descaso começou com a nomeação em substituição a Nogueira da Deputada Cristiane Brasil (PTB), impedida de tomar posse por uma ação popular, já que respondia na justiça à processos trabalhistas envolvendo dois de seus funcionários. Com a nomeação de Eliseu Padilha, a pasta corria o risco de se tornar apenas um adendo da Casa Civil, não recebendo a importância devida.


Nesta segunda-feira (9), o Planalto informou a nomeação, como novo ministro do MTb, do advogado Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello. Desembargador aposentado, o jurista atualmente atua como consultor em um escritório de advocacia em que é sócio juntamente com a esposa de Gilmar Mendes, ministro do STF. A informação está no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica da Receita Federal.

Antes do anúncio da nomeação, Caio de Mello e o presidente Michel Temer participaram de reunião com representantes da Confederação Nacional da Indústria. “O Ministério do Trabalho foi criado para equilibrar a relação entre trabalhador e empregador. Preocupa-nos ver que este equilíbrio pode ser fortemente alterado, pendendo para o lado patronal”, comenta Carlos Alberto Schmitt sobre a nomeação e a reunião prévia com a CNI, órgão máximo do sistema sindical patronal da indústria.

Trocas de comando no Ministério do Trabalho

27 de dezembro de 2017: Ronaldo Nogueira (PTB) pede demissão para se candidatar às eleições deste ano. Ele assumiu o cargo em maio de 2016 e, durante, sua gestão, entrou em vigor a Lei nº 13.467/2017, mais conhecida como Reforma Trabalhista.

3 de janeiro de 2018: A deputada Cristiane Brasil (PTB), filha de Roberto Jefferson, é nomeada ao cargo de ministra do Trabalho. A posse foi impedida por decisão liminar da 4ª Vara Federal de Niterói e confirmada por decisões da Justiça Federal no Rio de Janeiro e da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

23 de fevereiro de 2018: É publicado no Diário Oficial da União o decreto que anulou a nomeação de Cristiane Brasil.
 
10 de abril de 2018: Antes interino, Helton Yomura (PTB) assume o cargo de Ministro do Trabalho.
 
5 de julho de 2018: Helton Yomura renuncia ao cargo. Ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, assume o posto.

9 de julho de 2018: O advogado Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello toma posse como novo Ministro do Trabalho.


Pin It
porno
sohbet hatti

Acesso Rápido

sohbet numaralar
porno video

CNPL nas Redes Sociais

canli porno - sex - pornolar