Funcionária do Conasems orienta gestores a não aceitarem “qualquer lixo” no PMM

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Funcionária do Conasems orienta gestores a não aceitarem “qualquer lixo” no PMM


Mais uma polêmica envolvendo o programa Mais Médicos. Dessa vez o problema veio de dentro do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde

Um áudio atribuído a uma funcionária do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) causou revolta entre os médicos do país. O conteúdo de sua fala foi no sentido de orientar os gestores municipais a não aceitarem médicos com problemas legais, médicas em estágio avançado de gravidez e médicos idosos no programa Mais Médicos. O áudio foi divulgado pelo jornal Folha de São Paulo nesta terça-feira (4).

Em sua fala, a funcionária não identificada ainda ressaltou que já havia conversado com Mauro Junqueira, presidente do Conasems, para planejar uma forma de proteger o órgão contra a validação das inscrições de médicos dentro dos casos citados. As declarações causaram grande repercussão e diversas entidades registraram seus protestos.

A Federação Nacional dos Médicos (Fenam), entidade filiada à CNPL, divulgou nota repudiando o ocorrido. “Diante desse episódio inaceitável, a FENAM não só externa a sua total indignação, mas também solicita que o Conasems tome providências enérgicas para apurar o ocorrido e punir a autora do discurso nazista.” No mesmo sentido, a Federação Médica Brasileira (FMB), entidade médica também filiada à Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), manifestou indignação e solicitou um posicionamento.

 

Por meio de ofício, o Conselho Federal de Medicina (CFM) cobrou explicações do presidente do Conasems: "Diante do exposto, indagamos se o conteúdo reproduzido no referido áudio expressa o posicionamento do Conasesms sobre o assunto". Em resposta, Mauro Junqueira contestou que a declaração “não expressa de maneira alguma a posição da entidade e que não há por parte do Conasems nenhuma intenção de obstruir a iniciativa de suprir as vagas existentes no PMM.”

Sobre a autora, Junqueira esclareceu que “o referido áudio foi uma manifestação infeliz de uma funcionária pressionada por um sem número de demandas recebidas dos municípios a respeito desse processo de substituição” e que ela “já foi devidamente advertida, sendo submetida às medidas disciplinares cabíveis“.

A Confederação Nacional das Profissões Liberais também endossa o coro de protestos contra a fala da funcionária do Conasems que, apesar de alegadamente não representar o posicionamento do Conselho, expressa o modo de pensar de pessoas que gerem o trabalho de médicos em todo o Brasil. Assim, não é plausível que existam, dento de uma entidade coordenadora da política de saúde gerida pelos municípios, em prol da saúde pública de qualidade, declarações de cunho tão pejorativo e discriminatório.

Leia a matéria da Folha de São Paulo na íntegra


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