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Brasil, um país de poucos para poucos

Há menos de um mês para o encerramento de seu governo, o presidente Michel Temer fez um balanço positivo de seu tempo à frente do Executivo brasileiro, durante um café da manhã com jornalistas no Palácio da Alvorada. De acordo com Temer, ele fez o que deveria ter feito, considerando o que achava melhor para o país. As declarações foram feitas no dia 6 de dezembro, um dia após o IBGE publicar a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) relativa à comparação entre 2016 e 2017.

Confira o resumo dos indicadores sociais apresentados pelo IBGE

A proporção de pessoas na pobreza subiu de 25,7% para 26,5%, de 2016 para 2017. No mesmo ano, o país tinha 15,2 milhões de pessoas em extrema pobreza. A proporção de crianças e adolescentes abaixo da linha de pobreza cresceu. A intensidade da pobreza aumentou. No ano passado, o Distrito Federal era líder em desigualdade, segundo o Índice de Palma e metade da população do Norte e Nordeste viviam com até meio salário mínimo.

Em 2017, a diferença de rendimento médio per capita no Brasil, de acordo com cada região, já mostrava o nível de desigualdade entre os 10% mais ricos e os 40% mais pobres. Na região Norte, os mais pobres ganhavam, em média R$ 245, e os mais ricos, R$ 4.514. No Nordeste, os mais pobres ganhavam R$ 221 e os mais ricos, R$ 4.544. No Sudeste a relação era de R$ 496 contra R$ 7.593. Na região Sul, os mais pobres recebiam R$597, e os mais ricos, R$6.791. No Centro Oeste, a diferença entre os valores percebidos por pobres e ricos era de R$ 7.403, sendo que, apenas no DF, essa diferença chegava a R$13.322.

 

A população ocupada diminui 1,1% nos últimos três anos. As atividades que mais perderam trabalhadores foram agropecuária, administração pública, indústria e construção. Entre 2014 e 2017, o número de desocupados foi de 6,2 milhões de pessoas, sendo que as mulheres são minoria entre os ocupados e predominam entre os subocupados. Em 2017, dois em cada cinco trabalhadores do país eram informais e essa forma de precarização atingia mais de dois terços entre aqueles os inseridos em atividades de serviços domésticos e da agropecuária.

Pretos ou pardos continuavam a predominar entre os mais pobres. Pretas ou pardas sem cônjuge e com filhos tinham mais restrições a direitos e serviços.  Em 2017, brancos ganhavam 72,5% mais que pretos ou pardos. Moradia inadequada afetava 27 milhões de pessoas. O acesso à internet aumentou para aqueles em situação de pobreza, contudo, mais de um terço da população não tinha acesso ao serviço de esgoto.

Ceará e Piauí tinham as maiores taxas de acesso à pré-escola. O acesso à escola ou creche no país era menor nas áreas rurais. A rede pública de ensino atendia a 74,1% da educação pré-escolar, porém a taxa de ingresso no ensino superior de alunos provenientes de escolas privadas era 2,2 vezes maior que a de formandos da escola pública.
CNPL

Para o presidente da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL) Carlos Alberto Schmitt de Azevedo, é um absurdo o presidente de um país ignorar todos os índices apresentados e fazer uma avaliação positiva sobre a realidade que foi seu governo. “Basta olhar todas as tentativas de cerceamento de direitos, seja na área trabalhista, seja na área social. O país está cada vez mais pobre, muito mais injusto e com a desigualdade social em patamares elevadíssimos. E ainda assim, há que, diga que foi um ‘progresso’.”

*Com informações do IBGE e Reuters

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