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CNPL participa de sessão solene em homenagem à bancada feminina na Constituinte

A Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, participou nesta quarta-feira, dia 07 de março, no plenário do Senado, em Brasília/DF, da sessão solene de entrega do Diploma Bertha Lutz às 26 deputadas que atuaram no processo da constituinte entre 1987 e 1988. A sessão marcou a comemoração em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8 de março) e aos 30 da Constituição Cidadã de 88.

A 17ª premiação Diploma Bertha Lutz foi entregue em reconhecimento ao legado das deputadas eleitas em 1986 na elaboração da Constituição brasileira em vigor. O respectivo texto é considerado pelos estudiosos como um dos mais avançados do mundo no que diz respeito aos direitos e garantias individuais. A atuação das 26 constituintes, apelidada pela imprensa e pelos políticos da época como o "Lobby do Batom", foi fundamental para que esse resultado fosse alcançado.

Após a sessão, foi inaugurada oficialmente a exposição "Mulheres na Constituinte", uma realização da Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados e da Diretoria-geral do Senado.

A premiação

Desde sua criação, em 2001, o Diploma Bertha Lutz já foi concedido a 84 mulheres, entre elas a farmacêutica Maria da Penha, que inspirou a aprovação da Lei Maria da Penha; Zilda Arns, que foi coordenadora da Pastoral da Criança; a ex- presidente da República, Dilma Rousseff; a ex-ministra Ellen Gracie Northfleet, primeira mulher a integrar e presidir o Supremo Tribunal Federal (STF) e a ex-senadora Emília Fernandes, autora do projeto que deu origem à premiação.

Em 2016, após mudança na resolução que normatiza a concessão do prêmio, para a inclusão de homens na lista de agraciados, foi reconhecida atuação do ministro do STF Marco Aurélio Mello, na defesa de condições que favoreçam a maior participação feminina em todas as instâncias de poder, devido à campanha publicitária Mais Mulheres na Política promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2014, quando ele era presidente do tribunal. Ele também ajudou a conceber a ideia publicitária “Todo poder às mulheres”.

Bertha Luz

A bióloga e advogada paulista Bertha Maria Julia Lutz, que dá nome ao prêmio concedido pelo Senado, foi uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século XX. Aprovada em um concurso público para pesquisadora e professora do Museu Nacional no ano de 1919, tornou-se a segunda brasileira a fazer parte do serviço público no Brasil.

Tomou contato com o movimento feminista ao estudar na Europa. No retorno ao Brasil, fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF). Uma das principais bandeiras levantadas por Bertha Lutz na época era garantir às mulheres o direito de votar e de ser votada. Isso só ocorreu no Brasil em 3 de maio de 1933, na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte.

Bertha Lutz foi eleita suplente para a Câmara dos Deputados em 1934. Em 1936 assumiu o mandato de deputada, que durou pouco mais de um ano. Ela faleceu em 1976, no Rio de Janeiro. (Com informações da Agência Senado)

 

CLIQUE AQUI e confira a lista completa das agraciadas. 

CLIQUE AQUI e confira a transmissão ao vivo da sessão solene. 

 

Fotos: Geraldo Magela/Agência Senado

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