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NOTA PÚBLICA CNPL

Insistindo no erro

O governo federal repete ao fim do ano de 2015, os mesmos erros crassos cometidos ao final de 2014: anunciar medidas e ações econômicas de amplo impacto no tecido social, profundamente nocivas às classes trabalhadoras, sem ao menos consultar ou estabelecer qualquer tentativa de diálogo com as entidades representativas dos trabalhadores ou da sociedade civil organizada.

Novamente vem a público o Ministro da Fazenda ecoar que a solução para os desatinos cometidos nas políticas econômicas e trabalhistas do governo passa pelo arrocho fiscal daqueles que pagam imposto direto na fonte e na retirada de direitos laborais arduamente conquistados ao longo de décadas de lutas dos trabalhadores e dos seus sindicatos.

A Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, representante única e legal de 51 categorias profissionais e cerca de 15 milhões de trabalhadores, como o fez em 2014, reafirma nesse momento seu total engajamento com as demais entidades do movimento sindical na condenação veemente dessas práticas anti-trabalhistas e antissindicais que demonstram o descaso e o pouco apreço com as práticas democráticas e de governança, além de representarem a antítese do que foi prometido na campanha de rreleição da presidente Dilma e de seu grupo político.

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A saída para os problemas brasileiros passa, necessariamente, pelo rearranjo da economia

Entrevista com o economista Fernando Ferrari Filho
 
Corria o ano de 1991, e o então presidente dos Estados Unidos, George Bush (o pai), havia vencido a Guerra do Golfo e resgatado a autoestima bélica dos americanos após a dolorosa derrota no Vietnã. Com esse trunfo nas mãos, era considerado o candidato favorito absoluto nas eleições de 1992, ao enfrentar o então desconhecido governador de Arkansas, Bill Clinton. O marqueteiro de Clinton, James Carville, apostou que Bush não era invencível, principalmente pelo fato de que o país estava mergulhado em recessão e cunhou a frase que virou “case” de marketing eleitoral: “É a economia, estúpido”! Transposta para o Brasil atual, a frase do marqueteiro dá bem a dimensão da encruzilhada em que nos encontramos, com a situação econômica tendo papel determinante no esgarçamento das relações políticas e sociais. Para discutir esse tema crucial, o Comitê de Divulgação da CNPL convidou para uma entrevista, o economista Fernando Ferrari Filho, Professor Titular do Departamento de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Pesquisador do CNPq. Doutor em Economia pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado em Economia pela University of Tennessee e pela University of Cambridge, dentre outros inúmeros títulos e qualificações acadêmicas de ponta. Ferrari também é palestrante convidado da CNPL em seus Fóruns e Seminários de capacitação, atualização e qualificação de dirigentes sindicais e profissionais liberais que a entidade promove em todas as regiões brasileiras. Aliás, foi em um desses Fóruns, em outubro de 2014,realizado em São Paulo, junto à categoria dos Técnicos Industriais, onde se debatia a questão econômica e das relações de trabalho no País, com a presença do então ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, que defendia a tese de que o País vivia a era do pleno emprego, descartando um cenário de crise para o ano seguinte, que o professor Ferrari, ao discordar do ministro, previu com ampla precisão o cenário que hoje vivenciamos. “Lamento ter acertado as previsões pessimistas não só para 2015, como também para os anos subsequentes. Só não acertei no tamanho da crise, mas isso, nem eu, nem ninguém”, disse Ferrari. Confira abaixo, a íntegra da entrevista:

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Profissionais liberais alcaguetas

É precisamente nisso que o Conselho Nacional de Atividades Financeiras (COAF), pretende transformar os profissionais liberais brasileiros.
                                         
A motivação estaria no combate à lavagem de dinheiro, ao tráfico de armas e de entorpecentes.
 
O COAF tem atribuições exclusivas na área financeira, mas, segundo notícias de hoje, pretende estender seus tentáculos a outros setores: advogados, contadores, corretores de imóveis, joalherias, revendedores de veículos e galerias de arte, empresas não financeiras, exemplificativamente. Todos terão de cadastrar-se, sob pena de  processo administrativo ("sic").  Nada contra o Estado, nada fora do Estado, tudo dentro do Estado, maxime à beira da falência.
 
Há inúmeras outras formas, disseminadas pelo mundo, de deflagrar tal combate. Seriam os profissionais liberais responsáveis pelas armas ocidentais que incendiaram e enlutaram Paris na última sexta-feira? Não se trata de mero pretexto para recompor cofres públicos assaltados?
 
Imaginemos o real: advogado, elaboro um contrato de compra e venda de um imóvel entre dois amigos. Celebrados, vamos almoçar. Ao retornar, comunico o fato ao COAF... Às calendas o sigilo profissional, previsto em lei.

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A ganância, a corrupção, a ineficiência e a incompetência cobram seu alto preço

No dia 7 de outubro de 2015, as principais entidades sindicais do mundo, irmanadas a Organização Internacional do Trabalho – OIT, patrocinaram mais uma jornada pela implantação do trabalho decente em escala global. A CNPL – Confederação Nacional das Profissões Liberais, entidade brasileira filiada à Central Sindical Internacional – CSI e à Central Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas -  CSA, como em todas as vezes anteriores, se fez presente e atuante.

Neste ano, o lema que norteou a jornada mundial foi: “Um basta na ganância corporativa”! As entidades sindicais -  e muito mais os trabalhadores - sentem permanentemente os efeitos nefastos e perversos provocados pela ganância das grandes corporações transnacionais que na buca incessante do binômio poder e lucro, a tudo e a todos atropelam ou destroem.

Recentemente, uma das maiores empresas do mundo, a montadora alemã Volkswagen, foi flagrada fraudando testes  de eficiência energética e padrões ambientais, com o intuito de enganar agências de fiscalizações, governos e consumidores em todo o planeta visando o aumento do lucro. Descoberta a fraude, os resultados foram avassaladores, fazendo com que a empresa perdesse credibilidade, confiança, mercado e muito dinheiro, tanto na queda das vendas dos seus produtos,  quanto no pagamento de multas e ações judiciais ao redor do mundo.

O caso da Volkswagen é emblemático ao escancarar que as sociedades, em sua grande maioria, não pactuam mais com essa ganância desmedida, que costuma ser a marca registrada das grandes corporações. Estamos, aos poucos,  criando a consciência cívica que o enriquecimento obsceno de uns poucos, representa o empobrecimento expressivo de uma ampla maioria da população mundial.

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