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Nova lista suja do trabalho escravo traz 190 pessoas físicas e jurídicas

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De responsabilidade do Governo Federal, publicação conta com 28 novos empregadores autuados por submeterem trabalhadores a esta condição

Brasília – Foi publicada na última quinta-feira, 3 de outubro, pelo Governo Federal, a atualização do Cadastro de Empregadores autuados por submeterem trabalhadores a condições análogas à escravidão. De responsabilidade da Secretaria Especial do Trabalho e da Previdência, ligada ao Ministério da Economia, a chamada Lista Suja do Trabalho Escravo conta agora com 190 empregadores e pode ser acessada aqui.

Na lista atual, foram incluídos 28 novos estabelecimentos distribuídos por 13 estados. Minas Gerais é o estado com maior número de novos empregadores, com o acréscimo de quatro estabelecimentos, todos produtores de carvão vegetal. Produtores de banana e de café também representam maioria entre os infratores mais recentes.

Para o vice-coordenador nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), o procurador do Ministério Público do Trabalho Italvar Filipe de Paiva Medina, a lista é uma das mais importantes conquistas do estado brasileiro no combate e na prevenção do trabalho escravo.

“Ela também é um importante instrumento para a promoção do consumo consciente e sustentável, uma vez que está disponível para consulta por qualquer cidadão, que pode ter ciência de quais são os empregadores que exploram o trabalho escravo no país”, explica Italvar Filipe.

A publicação deve ser atualizada a cada semestre, conforme previsto na Portaria Interministerial nº 4 de 11 de maio de 2016, do Governo Federal.

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