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O terceiro painel, dedicado às políticas sociais, foi aberto por André Santos, jornalista e assessor parlamentar do Diap e da CNPL, que definiu a existência do sindicato laboral como um importante ator social.

“A democracia moderna tem como base um tripé formado estruturalmente por imprensa livre, partidos políticos e os sindicatos”, afirmou André Santos.

Mas, as afirmações de André Santos colidiram com a realidade das manifestações populares que, justamente, iam contra todos estes vetores estabelecidos.

“As demandas da sociedade no Brasil são inúmeras e as desigualdades, cada vez mais latentes. Organizar as reivindicações e atende-las não é tarefa fácil. Nesse contexto entram as entidades da sociedade civil organizada, com a nobre missão de orientar e adequar as carências a partir de uma ordem mínima de prioridades, e assim sendo, os sindicatos passam a ser uma importante referência para a sociedade, e não apenas para a categoria a qual representa”, definiu Santos.

Por fim, Maria Lúcia de Santana Braga, socióloga e pesquisadora do CNPq, defendeu a construção de um sistema de garantias em torno das relações de trabalho assalariadas associada à expansão do assalariamento e do fortalecimento do Estado-nação e da cidadania.

“Nós percebemos que as conquistas sociais são uma conquista das classes trabalhadoras e é fundamental que o movimento sindical e os movimentos sociais se movimentem em torno desse patrimônio que conquistamos no Brasil, de políticas amplas, de caráter universal, como na área de saúde, na área de educação, e de previdência social, que a despeito de suas inúmeras deficiências, possuem um caráter extremamente abrangente e inclusivo. E é por isso que devemos continuar lutando”, conclamou Maria Lúcia.

 

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